Vereador Admir Ferro


Nas ruas, a intoxicação publicitária

Admir Ferro

O notável Abraam Lincoln ensinou, lá no século XIX, que se podem enganar poucas pessoas por muito tempo. Mas é impossível ludibriar muitos por todo o tempo.

A ocupação das ruas pelas massas em todo o Pais reflete, em parte, os sintomas de uma grave intoxicação da publicidade do governo federal, despejada nos últimos doze anos ao custo de um bilhão de reais por ano. Dinheiro que sai do meu, do seu, do bolso de todos.

A era lulopetista veio acompanhada de farta publicidade, despejada no dia a dia das pessoas. Nas televisões (aberta e também nos canais por assinatura) não faltam propaganda da Caixa, Banco do Brasil, além de anúncios que levam a assinatura de muitos dos 39 ministérios cuja razão de ser não é outra senão para acomodar acordos políticos e ampliar a gastança federal.

Desde Lula, o marketing político foi alçado ao centro do poder. A ponto de, no encontro de emergência que reuniu a presidente Dilma, o ex-presidente e o prefeito da Capital, no momento mais tenso das manifestações, estava lá presente também o marqueteiro oficial, João Santana.

Tamanho o volume e intensidade da propaganda governamental que a população passou a questionar sua veracidade. Estaríamos mesmo vivendo todo aquele ufanismo de Brasil grande, crescendo, com farto emprego, inclusão social etc. da propaganda governista?

Certamente que não. O ufanismo cai por terra quando as pessoas procuram atendimento médico nos Postos de Saúde e hospitais; quando o parente adolescente não consegue arranjar emprego; quando chega o dia do depósito das aposentadorias; quando se constata a precariedade da Educação, sem falar no atrasado sistema de transporte público.

O lulopetismo que tanto se ufana de ter feito o País progredir não construiu um único leito hospitalar na região do Grande ABC ao longo dos últimos doze anos. No entanto, propagou-se à exaustão a instalação de UPAs que vieram para substituir unidades de saúde já existentes.

O hospital de Clinicas prometido pelo prefeito Marinho em sua primeira eleição ainda não tem data definida para começar a atender à população.

Talvez continue assim, inerte, para servir, mais uma vez, de propaganda para a próxima eleição.

As ruas fizeram cair por terra o mito do progresso que ninguém viu ou sentiu. Elas revelaram, como nunca antes na história desse país, que o povo não é bobo. E se intoxicou com tanta propaganda enganosa.

 

Admir Ferro é vice- presidente do PSDB de São Bernardo. Cidade onde exerceu seis mandatos como vereador.

 



Escrito por Admir Ferro às 15h36
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






A quem interessa jogar bombas na Policia?

Admir Ferro

Todos sabem: o tsunami de manifestações que tomou conta do país começou em São Paulo. O que poucos sabem é que a violência – e seus desdobramentos - não começou com a polícia paulista, como alguns setores insistem em tentar fazer crer.

A violência teve inicio quando alguns poucos, infiltrados na multidão, resolveram, de modo truculento, apelar à violência, na esteira da reivindicação de revogação do reajuste de 20 centavos na tarifa dos ônibus, trens e metrô. Antes do fatídico dia 13 de Junho houve três enfrentamentos de manifestantes com a Polícia Militar, que cumpriu sua missão constitucional de manter a ordem pública e garantir o direito de ir e vir das demais pessoas.

No dia 11 de junho, um policial militar foi linchado. Algumas TVs registraram a cena do policial sendo socorrido. Simultaneamente, apareceram os coquetéis molotov (artefato explosivo de fabricação caseira). No entanto, a imagem do policial ensangüentado foi esquecida.

 Os três protestos realizados antes do dia 13 já tinham sido notoriamente violentos por parte de setores que a imprensa passou a denominar de “minorias”.
Tudo leva a crer que havia um preparo para o confronto e pancadaria do dia 13, quando teve início a demonização da PM paulista. Algo que ocorreu num momento em que o governador Geraldo Alckmin estava fora do País, na França, defendendo a candidatura da capital paulista para
sede da Expo 2020, uma das maiores feiras de eventos do mundo. O governador de plantão, comandante de fato da PM era o vice Guilherme Afif Domingos, também ministro da presidente Dilma.

Até o dia 13, não se ouviram vozes contra a baderna e violência praticada pela minoria de manifestantes. Nem do prefeito Haddad, tampouco da imprensa – que esqueceu o policial linchado - e nem de outras instâncias do petismo. Pelo contrário: o que fizeram eles? Resolveram entrar na onda, atacando a polícia.

José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, chegou a oferecer “ajuda” ao governador Geraldo Alckmin, ainda no dia 13.

O resultado está ai: algo que foi criado para jogar a polícia de São Paulo contra a opinião pública, com o nítido propósito de desgastar a imagem do governador, acabou ganhando amplitude nacional. Incorporou múltiplas bandeiras e empolga multidões. Fez cair por terra a imagem, sustentada através de polpudas verbas publicitárias, de um país feliz com seus governantes. O tiro saiu pela culatra e atingiu muito mais do que o pé de seus idealizadores. O ônus e o desgaste das manifestações, embora tenham atingido parcialmente seu objetivo, acabou recaindo com intensidade “nunca antes vista neste pais” em Haddad, Dilma, seu tutor e seu desgoverno federal.

Admir Ferro, vice presidente do PSDB de São Bernardo do Campo, foi vereador na cidade por seis legislaturas, entre 1998 e 2012.



Escrito por Admir Ferro às 16h28
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Admir Ferro e Davi Zaia anunciam novo Poupatempo em Caieiras

O Diretor de Serviços ao Cidadão da Prodesp (empresa de Tecnologia do Governo do Estado ) anunciou na manhã desta quarta feira, ao lado do Secretário de Gestão Pública, deputado estadual Davi

Zaia, a implantação de mais uma unidade do Poupatempo na cidade de Caieiras, na Grande São Paulo.



Escrito por Admir Ferro às 15h55
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Admir Ferro, Diretor de Serviços ao Cidadão da Prodesp - empresa de Tecnologia do Estado - participa da festa de aniversário do Poupatempo de São Bernardo

 

Poupatempo São Bernardo do Campo completa 12 anos com mais 40 milhões de atendimentos   

 Unidade atende os sete municípios da região do ABC      

 

Nesta segunda-feira, 24 de junho, o Poupatempo São Bernardo do Campo comemora mais um ano de funcionamento. São 12 anos de serviços prestados aos moradores da região do ABC. Desde o início das atividades, o posto já realizou mais de 40 milhões de atendimentos, ressaltando a importância do programa para a região.

 

Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Diadema são os sete municípios atendidos, que juntos somam uma área de 825 km², e reúnem uma população de mais de 2,5 milhões de habitantes, segundo estimativa do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – em última pesquisa realizada em 2007.

 

Entre os serviços mais solicitados no posto destacam-se a Carteira de Identidade, com mais de 2,3 milhões de atendimentos prestados, seguido pelo Licenciamento de veículos e a Carteira de Habilitação, que receberam ambas a demanda de 1,5 milhão de documentos emitidos e o Atestado de Antecedentes que já recebeu mais de 870,1 mil solicitações.

 

Segundo Admir Ferro, o Poupatempo, "uma idéia genial do ex-governador Mário Covas, está cumprindo com sua finalidade. Não dá pra imaginar o Estado de São Paulo sem o Poupatempo." Por sua vez, o secretário de Gestão Pública, Davi Zaia comemora os resultados obtidos, ”O Poupatempo São Bernardo do Campo com certeza é de grande importância para a região do ABC e estes 40 milhões de atendimentos demonstram isso. Ele é o resultado de muito empenho e dedicação de todos os colaboradores, que realizam suas tarefas com qualidade e rapidez, parabéns a todos!”.

 

O Poupatempo São Bernardo do Campo fica localizado na Rua Nicolau Filizola, nº 100 - Centro -, e o horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h às 13h.

 

Programa Poupatempo

O Poupatempo é um programa do Governo do Estado, coordenado pela Secretaria de Gestão Pública que, desde a inauguração do primeiro posto, em 1997, já prestou mais de 358 milhões de atendimentos. Atualmente conta com 32 unidades de atendimento instaladas na Capital, Grande São Paulo, Litoral e Interior.

 

 



Escrito por Admir Ferro às 15h48
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 

Admir Ferro recebe prefeito de Registro

O Diretor de Serviços ao Cidadão da Prodesp - Empresa de Tecnologia do Governo de São Paulo - Admir Ferro recebe, na sede da empresa em Taboão da Serra,  o prefeito de Registro, Gilson Fantin (PSDB) para tratar da implantação de uma unidade do Poupatempo na cidade. O encontro teve também a participação do Superintendente de Novos Projetos da Prodesp, Ilidio San Martin Machado.

 

 



Escrito por Admir Ferro às 12h12
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Admir Ferro, Diretor de Serviços ao Cidadão da Prodesp recebe, na sede da empresa,  o prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), deputado estadual Alex Manente (PPS),

Secretário de Obras Paulinho Serra. Secretário de Gabinete Tiago Nogueira e Secretário de Comunicação Leandro Laranjeira

Prefeito e Prodesp tratam

do Poupatempo Sto André

O Diretor de Serviços ao Cidadão da Prodesp, Admir Ferro recebeu na tarde desta quarta feira (27.03), na sede da empresa, o prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT) para tratar da implantação de uma unidade do Poupatempo na cidade.

O Poupatempo deverá ser instalado em área que pertenceu à empresa Rhodia, ao lado do terminal rodoviário do centro de Santo André e que foi adquirida pela Prefeitura com esta finalidade.

No encontro Admir Ferro esclareceu que a orientação do governador Geraldo Alckmin e do Secretário de Gestão Davi Zaia é de instalar o Poupatempo na cidade no menor prazo possível. No entanto, embora a Prefeitura disponha de novo laudo da Cetesb atestando a descontaminação da área, falta ainda a Prefeitura apresentar outros documentos para que a empresa de meio ambiente emita o laudo de descontaminação da área. A partir de então, será possível celebrar o convênio entre a Prefeitura e o Governo do Estado.

Pendências

Admir Ferro explicou que a Prodesp precisa de uma lei, aprovada pelo Poder Legislativo, que faça a cessão do local pelo prazo mínimo de 20 anos.

Segundo Admir, a cessão é necessária porque o Estado fará investimentos de reformas e adaptação do prédio. E também vai adquirir equipamentos para instalar no local.

Os demais documentos são pendentes entre a Prefeitura e a Cetesb são: declaração de responsabilidade referente ao relatório apresentado, assinado pelo responsável legal e técnico; estabelecimento de área de restrição de uso das águas subterrâneas na área do prédio; cópia atualizada da matrícula do imóvel para emissão do termo de reabilitação da área, além de resultados das analises de amostras de solo conforme norma 10004 da ABNT, previstas no plano de intervenção, bem como os documentos referentes ao destino do solo contaminado removido.

Prefeitura

O prefeito Carlos Grana comprometeu-se a enviar projeto de Lei à Câmara nos próximos dias e agilizar a juntada dos demais documentos. Ele esteve acompanhado do deputado estadual Alex Manente (PPS), do Secretário de Obras da Prefeitura, Paulinho Serra e do Coordenador de Comunicação Leandro Laranjeira.

 



Escrito por Admir Ferro às 14h43
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Admir Ferro pede ao MP

que apure denúncias sobre

a Educação de Marinho

 

Presidente dó PSDB de São Bernardo protocola oito novas representações

 

O presidente do Diretório Municipal do PSDB de São Bernardo, ex-vereador Admir Ferro, protocolou no Ministério Público da Comarca oito representações solicitando investigação de graves denúncias sobre irregularidades cometidas na área de Educação do município nos últimos quatro anos do governo do prefeito Luiz Marinho (PT).

Nas representações, Admir explica exerceu seis mandatos sucessivos como vereador, desde 1989. No entanto, na mais recente Legislatura (2009-2012) não conseguiu instalar Comissões Parlamentares de Inquérito para esclarecer as denúncias que chegaram ao seu conhecimento. Isto ocorreu porque seus requerimentos foram obstruídos pela maioria governista do Legislativo.

Ele explica que, ao final do mandato, o regimento da Casa determina que os requerimentos sejam arquivados. Ao mesmo tempo, lembra que é função do Ministério Público, desde que acionado, dar prosseguimento às investigações.

 

Merenda, uniformes, netbooks

 

Nas petições Admir – que também é advogado - aponta graves irregularidades praticadas no âmbito da pasta da Educação, comandada pela Secretária Creuza Repulho. Às petições, Admir anexou documentos, depoimentos de cidadãos e recortes de notícias veiculadas pela imprensa no período.  

As representações tratam de queda da qualidade da merenda escolar servida aos alunos da rede de ensino do Município, irregularidades na compra e distribuição de uniformes e de material escolar; aquisição e distribuição de brinquedos além da compra e distribuição de netbooks.

Admir pede também que o Ministério Público esclareça as circunstâncias que envolveram a realização da I Feira Literária promovida pela administração do prefeito Luiz Marinho (PT).

 

Constituição

 

Admir explica que o apelo ao MP é assegurado pela Constituição Federal, que garante o exercício da cidadania. E lembra que sua iniciativa procura impedir que as denúncias deixem de ser apuradas em virtude do arquivamento dos requerimentos apresentados ao Legislativo durante o mandado concluído em dezembro passado.   

 

Em dezembro passado, Admir Ferro deu entrada no Ministério Público com outras representações pedindo investigação de contratos milionários firmados entre a Prefeitura e a Construtora OAS desde 2009, que totalizam R$ 1, 032 bilhão.

 

Empreiteiras

 

Chamam a atenção, além dos contratos milionários, as doações que a empresa fez para as duas campanhas eleitorais do prefeito Luiz Marinho (PT). Juntas, OAS e Emparsanco – outra empresa privilegiada com contratos milionários pelo governo Marinho - doaram R$ 370 mil para as duas campanhas eleitorais do prefeito, em 2008 e neste ano. As companhias enviaram ainda R$ 5, 450 milhões ao PT neste ano. Parte dessa verba também foi utilizada por Marinho, que realizou, mais uma vez, uma das mais caras campanhas eleitorais do País.

 

Apuração

 

A relação entre a administração municipal e a empreiteira já estava na mira do MP. Os valores dos contratos são exorbitantes. De tudo o que a Prefeitura arrecadou em quatro anos, 6% foram para as contas da construtora. Significa dizer que, a cada R$ 100 pagos de tributos pelo contribuinte no mandato de Marinho, R$ 6 pararam nos cofres de uma única empresa.

 

Aditamentos

 

Outro aspecto que levanta suspeita é o termo aditivo celebrado para concluir o Conjunto Habitacional Núcleo Jardim Esmeralda e Silvina Oleoduto. A obra começou em setembro de 2009, contratada por R$ 85,9 milhões. No entanto, termos aditivos atingem R$ 242 milhões e elevam os custos para R$ 327,9 milhões.

Aditamento de 185% na intervenção confronta a Lei de Licitações. A norma determina ajustes de no máximo 25% sobre o valor contratado. Neste caso, o teto seria de R$ 21,4 milhões. O desrespeito ao percentual pode acarretar sanções ao prefeito, já que na obra pode haver indícios de superfaturamento.

A relação entre a municipalidade e a OAS é motivo de outros questionamentos. Em novembro a assessoria técnica do TCE (Tribunal de Contas do Estado) considerou irregular a licitação da Prefeitura que resultou na contratação do Consórcio Ribeirão dos Couros, por R$ 146,5 milhões, para fazer obras viárias na cidade. OAS e Emparsanco integram o consórcio.

Parecer de técnicos da área de engenharia do TCE aponta que a concorrência foi dirigida, pois houve cláusulas que limitaram a participação de outras empresas no certame.

 

 

 



Escrito por Admir Ferro às 10h13
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Poupatempo recebe delegação russa na unidade Santo Amaro

Altos oficiais de governo conhecem procedimentos para levar a seu país

 

Uma delegação de 15 altos oficiais de diversos níveis e localidades do governo da Rússia conheceu nesta quarta-feira (06) a prestação de serviços ao cidadão oferecidos pelo Poupatempo, programa gerenciado pela Secretaria de Gestão Pública do Estado de São Paulo.

 

Na visita à unidade de Santo Amaro, na Capital, a comitiva foi recepcionada pelo secretário adjunto de Gestão Pública, Rogério Barreto, e por Admir Ferro, diretor de Serviços ao Cidadão da Prodesp – empresa de tecnologia do Estado, responsável pelas unidades do Poupatempo. Funcionários do posto e da superintendência do programa também deram suporte aos russos.

 

Após explanação dos diversos serviços do sistema Poupatempo, a delegação visitou os setores instalados no posto e tirou dúvidas sobre os procedimentos voltados a facilitar a vida dos usuários.

 

“Ter a oportunidade de apresentar um programa tão bem avaliado e servir de exemplo a um grupo bastante interessado como este é uma honra para nós e esperamos tê-los ajudado a entender como tudo funciona”, comenta o secretário adjunto de Gestão Pública, Rogério Barreto.

 

Poupatempo

Desde a inauguração do primeiro posto Poupatempo, na Praça da Sé, em outubro de 1997, o programa Poupatempo já prestou cerca de 350 milhões de atendimentos à população. Atualmente existem 32 postos no Estado.

 

Em média, o programa realiza 140 mil atendimentos por dia. Entre os serviços mais procurados estão emissão de Carteira de Identidade, de Trabalho, Atestado de Antecedentes, Licenciamento de Veículos, renovação da Carteira de Habilitação, requisição de seguro desemprego e intermediação de mão de obra.

 



Escrito por Admir Ferro às 15h59
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 

Admir Ferro vai ao MP para

apurar contratos de Marinho

 

Vereador encerra mandato protocolando várias representações sobre suspeitas de irregularidades e superfaturamento na Prefeitura

 

O vereador Admir Ferro, líder da bancada do PSDB na Câmara de São Bernardo protocolou representação no Ministério Público pedindo investigação dos contratos milionários firmados entre a Prefeitura e a Construtora OAS desde 2009, que totalizam R$ 1,032 bilhão.

Esta foi a primeira de uma série de representações que o parlamentar vai apresentar ao MP até 31 de dezembro, quando termina seu mandato. "São casos que não foram apurados porque o Ministério Público não foi acionado", diz Admir.

 

Doações

 

Chama a atenção, além dos contratos milionários, as doações que a empresa fez para as duas campanhas eleitorais do prefeito Luiz Marinho (PT). Juntas, OAS e Emparsanco – outra empresa privilegiada com contratos milionários pelo governo Marinho - doaram R$ 370 mil para as duas campanhas eleitorais do prefeito, em 2008 e neste ano. As companhias enviaram ainda R$ 5,450 milhões ao PT neste ano. Parte dessa verba também foi utilizada por Marinho, que realizou, mais uma vez, uma das mais caras campanhas eleitorais do País.

 

Apuração

 

O vereador afirma que está levando as denúncias à promotoria após inúmeros requerimentos de informação apresentados na Câmara que foram rejeitados pela maioria governista do governo do prefeito Luiz Marinho (PT).

"Com o fim do mandato, essas denúncias serão arquivadas. Por isso vou levá-las ao Ministério Público. São denúncias graves. Nesse caso específico, há indícios de irregularidades que não podem cair no esquecimento."

A relação entre a administração municipal e a empreiteira já estava na mira do MP. Os valores dos contratos são exorbitantes. De tudo o que a Prefeitura arrecadou em quatro anos, 6% foram para as contas da construtora. Significa dizer que, a cada R$ 100 pagos de tributos pelo contribuinte no mandato de Marinho, R$ 6 pararam nos cofres de uma única empresa.

 

Aditamentos

 

Chamou a atenção o termo aditivo celebrado para concluir o Conjunto Habitacional Núcleo Jardim Esmeralda e Silvina Oleoduto. A obra começou em setembro de 2009, contratada por R$ 85,9 milhões. No entanto, termos aditivos atingem R$ 242 milhões e elevam os custos para R$ 327,9 milhões.

Aditamento de 185% na intervenção confronta a Lei de Licitações. A norma determina ajustes de no máximo 25% sobre o valor contratado. Neste caso, o teto seria de R$ 21,4 milhões. O desrespeito ao percentual pode acarretar sanções ao prefeito, já que na obra pode haver indícios de superfaturamento.

A relação entre a municipalidade e a OAS é motivo de outros questionamentos. Em novembro a assessoria técnica do TCE (Tribunal de Contas do Estado) considerou irregular a licitação da Prefeitura que resultou na contratação do Consórcio Ribeirão dos Couros, por R$ 146,5 milhões, para fazer obras viárias na cidade. OAS e Emparsanco integram o consórcio.

Parecer de técnicos da área de engenharia do TCE aponta que a concorrência foi dirigida, pois houve cláusulas que limitaram a participação de outras empresas no certame.

 

 



Escrito por Admir Ferro às 11h11
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Admir Ferro quer apuração de graves

denúncias sobre a Fundação Criança

 

Requerimento de informações sobre graves denúncias contra a administração da Fundação Criança, de São Bernardo, foi protocolado pelo vereador e líder da bancada do PSDB, Admir Ferro.

Segundo o vereador, medicamentos controlados são ministrados aos adolescentes sem prescrição médica; sem mesmo que haja visível necessidade. As ordens são dadas pela gerencia da Fundação, conforme denúncias que chegavam ao seu gabinete.

Admir aponta também que serviços particulares da gerência são executados com veículos da Fundação. E que funcionários que se recusam realizá-los sofrem ameaças e perseguições.

Fugas

No requerimento, Admir revela que existem denúncias, feitas por funcionários que não podem se identificar de que integrantes da Fundação facilitam fugas de menores acolhidos por ordens judiciais. Diz ainda que  menores são abordados nas ruas. Porém, são levados para outros municípios por ordem da coordenação e da gerência que, por sua vez, alegam que os menores fugiram

Admir aponta ainda que furtos de alimentos da Fundação são acobertados pela gerencia e pela coordenação. Existem também manipulação de concursos por parte da Presidência e diretores da instituição. Há também denuncias de promiscuidade entre educadores e adolescentes abrigados.

Providências

Admir quer saber se o prefeito tem conhecimento dos fatos apontados em seu requerimento e cobra apuração dos desvios e punição dos responsáveis.

 

 



Escrito por Admir Ferro às 15h53
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 

Admir Ferro quer explicações

sobre riscos de obra do PAC

 

O vereador Admir Ferro, líder da bancada do PSDB na Câmara de São Bernardo protocolou nesta quarta feira (28.11) requerimento de informações solicitando esclarecimento sobre riscos que atingem moradores do PAC Alvarenga, Sitio do Bom Jesus, recentemente inaugurada.

Admir quer esclarecer se as famílias ali instaladas correm risco. Isto porque, chegou ao seu gabinete denúncia de que existem problemas estruturais na obra, que não teria recebido fundações adequadas.

Ainda conforme as denúncias, a Prefeitura, responsável pela obra, teria conhecimento do problema – falha no projeto - ainda na fase de construção. Entretanto, deu prosseguimento à construção e instalou os moradores em 140 unidades no último mês de maio.

Para Admir existem fortes indícios de que a Prefeitura ignorou o problema a com finalidade de evitar desgaste político no período eleitoral.  

Ministério Público

Admir Ferro não acredita que a bancada de sustentação ao atual governo vai permitir a apuração das graves denúncias. “Nem mesmo a palavra eles estão permitindo, como ficou demonstrado na sessão da semana passada”, diz.

Da mesma forma como vai encaminhar ao Ministério Público denúncias de irregularidades em convênio firmado entre a Prefeitura e o Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC, Admir afirma que fará o mesmo em relação às obras da Prefeitura do PAC em São Bernardo.



Escrito por Admir Ferro às 15h39
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Do jornal: ABC Repórter - 22/11/2012
 

Admir Ferro quer CPI para apurar repasse de R$ 8,4 milhões ao Sehal

 


Da Redação

O vereador Admir Ferro, líder do PSDB na Câmara de São Bernardo, apresentou na sessão de ontem, requerimento para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de apurar as nebulosas circunstâncias que cercam o contrato firmado entre a Prefeitura de São Bernardo e o Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC - Sehal - para formação de profissionais de bares, lanchonetes e restaurantes que resultaram no repasse de R$ 8,4 milhões do município para o sindicato.

Irregularidades
Segundo Admir, existem fortes indícios de que a entidade patronal recebeu o dinheiro, mas não ministrou os cursos de formação profissional. Admir suspeita que a formação de cozinheiros, garçons, salgadeiros, açougueiros, confeiteiros e chapeiros no Restaurante Escola que a Prefeitura de São Bernardo construiu no Cenforpe - Centro de Formação dos Profissionais da Educação - ocorreu com a utilização de verbas vinculadas ao Ensino Básico.
"Existem indícios fortes de graves irregularidades no desvio de verbas públicas do ensino", aponta Admir.
Os repasses da prefeitura ao Sehal ocorreram nos anos de 2010, 2011 e 2012. No entanto, o programa de formação profissional do Sehal somente teve início em julho deste ano, com inscrições de 977 alunos. Além disso, o Sehal também recebeu verbas públicas para equipar o restaurante do Cenforpe. Admir deseja esclarecer as contradições das declarações da secretária de Educação do município, Creuza Repulho, em conflito com o que dizem os representantes do sindicato patronal.

Ministério Público
"A função dos vereadores é fiscalizar os atos do Poder Executivo e não há justificativas para que se deixe de apurar denúncia tão grave", diz.
O vereador promete levar a denúncia ao Ministério Público se não conseguir as assinaturas necessárias para formar a CPI.

 



Escrito por Admir Ferro às 12h20
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Do site www.cliqueabc.com.br – 22.11.12

 

Frase:

Foi a primeira vez na história da Câmara de São Bernardo que o plenário negou a palavra a um vereador, amparado pelo regimento interno, para discutir qualquer projeto, indicação ou requerimento. Isso fica ainda mais esquisito partindo do PT, que sempre pregou a liberdade de expressão e o direito de manifestação na tribuna...

 

Admir Ferro, vereador do PSDB, ao comentar o fato de ter sido negado o direito regimental de discutir o seu requerimento solicitando a criação de CPI na Câmara para apurar suposta irregularidade em repasse de verbas para entidade de classe

 

 

 

 

Do jornal DIARIO DO GRANDE ABC - quinta-feira, 22 de novembro de 2012

 

Bancada governista impede Admir Ferro de falar do Sehal

Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

 

A bancada governista da Câmara de São Bernardo impediu ontem o vereador Admir Ferro (PSDB) de utilizar a tribuna para comentar as reportagens publicadas desde domingo pelo Diário, que revelam indícios de irregularidades no convênio firmado entre o Paço e o Sehal (Sindicato de Hotelaria e Alimentação do Grande ABC).

Ferro apresentou pedido para falar, mas a maioria governista vetou o pedido. "Nunca vi um requerimento desse tipo ser rejeitado na Câmara. Estão cerceando a liberdade de expressão", disse o tucano.

Para fazer uso da palavra, o oposicionista se amparou no artigo 146, inciso 10, do regimento interno da Casa, no qual os vereadores podem utilizar a tribuna "para tratar de assunto urgente e de interesse público, desde que aprovado pelo plenário, sem debates".

Entre 2010 e 2012, o Sehal recebeu da Prefeitura R$ 8,4 milhões para a formação de profissionais na área de alimentação, por meio do programa restaurante-escola. No primeiro ano do contrato o sindicato recebeu R$ 2,8 milhões. No ano seguinte o repasse foi de R$ 2,7 milhões. Neste ano, a entidade angariou R$ 2,8 milhões.

Apesar disso, os cursos práticos começaram apenas em julho, após a conclusão total da adaptação da cozinha para aulas, fato que intrigou a oposição. O sindicato justifica que o desenvolvimento do espaço do restaurante-escola ocorreu em etapas, com início de atividades em 2010. Por isso, a inauguração se deu em 2012, após o fim das obras.

O montante repassado ao Sehal é criticado pela oposição ao prefeito Luiz Marinho (PT). Ferro, inclusive, protocolou pedido de abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar o caso.

O convênio visa desenvolver ações de formação, capacitação profissional e ocupacional para alunos do EJA (Educação para Jovens e Adultos) nas áreas de alimentação e eventos. Gratuitos, os cursos são realizados no Cenforpe.

DIVERGÊNCIAS

Desde que as supostas irregularidades no convênio entre a Prefeitura de São Bernardo e o sindicato vieram à tona, divergências de informações passadas pelos dois lados surgiram. Na semana passada, atendentes do sindicato ouvidas pelo Diário informaram que a administração municipal também mantinha convênio para treinamentos promovidos na sede da entidade (em que são cobradas taxas), o que foi desmentido pelo governo.

Ontem, a reportagem voltou a procurar as atendentes que, desta vez, argumentaram que não existe parceria com a Prefeitura.

Segundo a secretária de Educação, Cleuza Repulho, o convênio é exclusivo para cursos no Cenforpe. Atualmente, 3.400 alunos estariam passando por treinamento teórico e prático nos períodos da manhã, tarde e noite.

Anteontem, no último período, a equipe do Diário foi ao Cenforpe para checar a informação. Havia cerca de seis alunos que preparavam o espaço para receber um evento. Entretanto, haviam poucos alunos participando de aulas práticas.

 



Escrito por Admir Ferro às 11h59
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 

Do site: www.cliqueabc.com.br – Quarta feira, 21.11.12

 

Vereador Admir Ferro quer CPI para apurar repasse de R$ 8,4 milhões ao Sehal

O vereador Admir Ferro, líder do PSDB na Câmara de São Bernardo, apresentará na sessão desta quarta feira (21) requerimento para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de apurar as nebulosas circunstâncias que cercam o contrato firmado entre a Prefeitura de São Bernardo e o Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC (Sehal) para a formação de profissionais de bares, lanchonetes e restaurantes que resultaram no repasse de R$ 8,4 milhões do município para o sindicato. Segundo Admir, existem fortes indícios de que à entidade patronal recebeu o dinheiro, mas não ministrou os cursos de formação profissional. Admir suspeita que a formação de cozinheiros, garçons, salgadeiros, açougueiros, confeiteiros e chapeiros no Restaurante Escola que a Prefeitura de São Bernardo construiu no Cenforpe – Centro de Formação dos Profissionais da Educação - ocorreu com a utilização de verbas vinculadas ao Ensino Básico. “Existem indícios fortes de graves irregularidades no desvio de verbas públicas do ensino”, aponta Admir. Os repasses da Prefeitura ao Sehal ocorreram nos anos de 2010, 2011 e 2012. No entanto, o programa de formação profissional do Sehal somente teve inicio em julho deste ano, com inscrições de 977 alunos. Além disso, o Sehal também recebeu verbas publicas para equipar o restaurante do Cenforpe. Admir deseja esclarecer as contradições das declarações da Secretária de Educação do município, Creuza Repulho, em conflito com o que dizem os representantes do sindicato patronal. Admir pretende coletar as assinaturas necessárias para o requerimento. “A função dos vereadores é fiscalizar os atos do Poder Executivo e não há justificativas para que se deixe de apurar denúncia tão grave”, diz. O vereador promete levar a denúncia ao Ministério Público se não conseguir as assinaturas necessárias para formar a CPI.

 



Escrito por Admir Ferro às 10h14
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Admir Ferro quer CPI

para apurar repasse de

R$ 8,4 milhões ao Sehal

O vereador Admir Ferro, líder do PSDB na Câmara de São Bernardo apresentará na sessão desta quarta feira (21.12) requerimento para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de apurar as nebulosas circunstâncias que cercam o contrato firmado entre a Prefeitura de São Bernardo e o Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC – Sehal – para formação de profissionais de bares, lanchonetes e restaurantes que resultaram no repasse de R$ 8,4 milhões do município para o sindicato.

Irregularidades

Segundo Admir, existem fortes indícios de que à entidade patronal recebeu o dinheiro, mas não ministrou os cursos de formação profissional. Admir suspeita que a formação de cozinheiros, garçons, salgadeiros, açougueiros, confeiteiros e chapeiros no Restaurante Escola que a Prefeitura de São Bernardo construiu no Cenforpe – Centro de Formação dos Profissionais da Educação - ocorreu com a utilização de verbas vinculadas ao Ensino Básico.

“Existem indícios fortes de graves irregularidades no desvio de verbas públicas do ensino”, aponta Admir.

Os repasses da Prefeitura ao Sehal ocorreram nos anos de  2010, 2011 e 2012. No entanto, o programa de formação profissional do Sehal somente teve inicio em julho deste ano, com inscrições de 977 alunos. Além disso, o Sehal também recebeu verbas publicas para equipar o restaurante do Cenforpe. Admir deseja esclarecer as contradições das declarações da Secretária de Educação do município, Creuza Repulho, em conflito com o que dizem os representantes do sindicato patronal.

Ministério Público

Admir pretende coletar as assinaturas necessárias para o requerimento. “A função dos vereadores é fiscalizar os atos do Poder Executivo e não há justificativas para que se deixe de apurar denúncia tão grave”, diz.

O vereador promete levar a denúncia ao Ministério Público se não conseguir as assinaturas necessárias para formar a CPI. 



Escrito por Admir Ferro às 18h42
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO BERNARDO DO CAMPO, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese
Histórico
Outros sites
  Site Oficial do Vereador