Vereador Admir Ferro


Do jornal: ABC Repórter - 22/11/2012
 

Admir Ferro quer CPI para apurar repasse de R$ 8,4 milhões ao Sehal

 


Da Redação

O vereador Admir Ferro, líder do PSDB na Câmara de São Bernardo, apresentou na sessão de ontem, requerimento para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de apurar as nebulosas circunstâncias que cercam o contrato firmado entre a Prefeitura de São Bernardo e o Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC - Sehal - para formação de profissionais de bares, lanchonetes e restaurantes que resultaram no repasse de R$ 8,4 milhões do município para o sindicato.

Irregularidades
Segundo Admir, existem fortes indícios de que a entidade patronal recebeu o dinheiro, mas não ministrou os cursos de formação profissional. Admir suspeita que a formação de cozinheiros, garçons, salgadeiros, açougueiros, confeiteiros e chapeiros no Restaurante Escola que a Prefeitura de São Bernardo construiu no Cenforpe - Centro de Formação dos Profissionais da Educação - ocorreu com a utilização de verbas vinculadas ao Ensino Básico.
"Existem indícios fortes de graves irregularidades no desvio de verbas públicas do ensino", aponta Admir.
Os repasses da prefeitura ao Sehal ocorreram nos anos de 2010, 2011 e 2012. No entanto, o programa de formação profissional do Sehal somente teve início em julho deste ano, com inscrições de 977 alunos. Além disso, o Sehal também recebeu verbas públicas para equipar o restaurante do Cenforpe. Admir deseja esclarecer as contradições das declarações da secretária de Educação do município, Creuza Repulho, em conflito com o que dizem os representantes do sindicato patronal.

Ministério Público
"A função dos vereadores é fiscalizar os atos do Poder Executivo e não há justificativas para que se deixe de apurar denúncia tão grave", diz.
O vereador promete levar a denúncia ao Ministério Público se não conseguir as assinaturas necessárias para formar a CPI.

 



Escrito por Admir Ferro às 12h20
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Do site www.cliqueabc.com.br – 22.11.12

 

Frase:

Foi a primeira vez na história da Câmara de São Bernardo que o plenário negou a palavra a um vereador, amparado pelo regimento interno, para discutir qualquer projeto, indicação ou requerimento. Isso fica ainda mais esquisito partindo do PT, que sempre pregou a liberdade de expressão e o direito de manifestação na tribuna...

 

Admir Ferro, vereador do PSDB, ao comentar o fato de ter sido negado o direito regimental de discutir o seu requerimento solicitando a criação de CPI na Câmara para apurar suposta irregularidade em repasse de verbas para entidade de classe

 

 

 

 

Do jornal DIARIO DO GRANDE ABC - quinta-feira, 22 de novembro de 2012

 

Bancada governista impede Admir Ferro de falar do Sehal

Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

 

A bancada governista da Câmara de São Bernardo impediu ontem o vereador Admir Ferro (PSDB) de utilizar a tribuna para comentar as reportagens publicadas desde domingo pelo Diário, que revelam indícios de irregularidades no convênio firmado entre o Paço e o Sehal (Sindicato de Hotelaria e Alimentação do Grande ABC).

Ferro apresentou pedido para falar, mas a maioria governista vetou o pedido. "Nunca vi um requerimento desse tipo ser rejeitado na Câmara. Estão cerceando a liberdade de expressão", disse o tucano.

Para fazer uso da palavra, o oposicionista se amparou no artigo 146, inciso 10, do regimento interno da Casa, no qual os vereadores podem utilizar a tribuna "para tratar de assunto urgente e de interesse público, desde que aprovado pelo plenário, sem debates".

Entre 2010 e 2012, o Sehal recebeu da Prefeitura R$ 8,4 milhões para a formação de profissionais na área de alimentação, por meio do programa restaurante-escola. No primeiro ano do contrato o sindicato recebeu R$ 2,8 milhões. No ano seguinte o repasse foi de R$ 2,7 milhões. Neste ano, a entidade angariou R$ 2,8 milhões.

Apesar disso, os cursos práticos começaram apenas em julho, após a conclusão total da adaptação da cozinha para aulas, fato que intrigou a oposição. O sindicato justifica que o desenvolvimento do espaço do restaurante-escola ocorreu em etapas, com início de atividades em 2010. Por isso, a inauguração se deu em 2012, após o fim das obras.

O montante repassado ao Sehal é criticado pela oposição ao prefeito Luiz Marinho (PT). Ferro, inclusive, protocolou pedido de abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar o caso.

O convênio visa desenvolver ações de formação, capacitação profissional e ocupacional para alunos do EJA (Educação para Jovens e Adultos) nas áreas de alimentação e eventos. Gratuitos, os cursos são realizados no Cenforpe.

DIVERGÊNCIAS

Desde que as supostas irregularidades no convênio entre a Prefeitura de São Bernardo e o sindicato vieram à tona, divergências de informações passadas pelos dois lados surgiram. Na semana passada, atendentes do sindicato ouvidas pelo Diário informaram que a administração municipal também mantinha convênio para treinamentos promovidos na sede da entidade (em que são cobradas taxas), o que foi desmentido pelo governo.

Ontem, a reportagem voltou a procurar as atendentes que, desta vez, argumentaram que não existe parceria com a Prefeitura.

Segundo a secretária de Educação, Cleuza Repulho, o convênio é exclusivo para cursos no Cenforpe. Atualmente, 3.400 alunos estariam passando por treinamento teórico e prático nos períodos da manhã, tarde e noite.

Anteontem, no último período, a equipe do Diário foi ao Cenforpe para checar a informação. Havia cerca de seis alunos que preparavam o espaço para receber um evento. Entretanto, haviam poucos alunos participando de aulas práticas.

 



Escrito por Admir Ferro às 11h59
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Do site: www.cliqueabc.com.br – Quarta feira, 21.11.12

 

Vereador Admir Ferro quer CPI para apurar repasse de R$ 8,4 milhões ao Sehal

O vereador Admir Ferro, líder do PSDB na Câmara de São Bernardo, apresentará na sessão desta quarta feira (21) requerimento para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de apurar as nebulosas circunstâncias que cercam o contrato firmado entre a Prefeitura de São Bernardo e o Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC (Sehal) para a formação de profissionais de bares, lanchonetes e restaurantes que resultaram no repasse de R$ 8,4 milhões do município para o sindicato. Segundo Admir, existem fortes indícios de que à entidade patronal recebeu o dinheiro, mas não ministrou os cursos de formação profissional. Admir suspeita que a formação de cozinheiros, garçons, salgadeiros, açougueiros, confeiteiros e chapeiros no Restaurante Escola que a Prefeitura de São Bernardo construiu no Cenforpe – Centro de Formação dos Profissionais da Educação - ocorreu com a utilização de verbas vinculadas ao Ensino Básico. “Existem indícios fortes de graves irregularidades no desvio de verbas públicas do ensino”, aponta Admir. Os repasses da Prefeitura ao Sehal ocorreram nos anos de 2010, 2011 e 2012. No entanto, o programa de formação profissional do Sehal somente teve inicio em julho deste ano, com inscrições de 977 alunos. Além disso, o Sehal também recebeu verbas publicas para equipar o restaurante do Cenforpe. Admir deseja esclarecer as contradições das declarações da Secretária de Educação do município, Creuza Repulho, em conflito com o que dizem os representantes do sindicato patronal. Admir pretende coletar as assinaturas necessárias para o requerimento. “A função dos vereadores é fiscalizar os atos do Poder Executivo e não há justificativas para que se deixe de apurar denúncia tão grave”, diz. O vereador promete levar a denúncia ao Ministério Público se não conseguir as assinaturas necessárias para formar a CPI.

 



Escrito por Admir Ferro às 10h14
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Admir Ferro quer CPI

para apurar repasse de

R$ 8,4 milhões ao Sehal

O vereador Admir Ferro, líder do PSDB na Câmara de São Bernardo apresentará na sessão desta quarta feira (21.12) requerimento para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito com o objetivo de apurar as nebulosas circunstâncias que cercam o contrato firmado entre a Prefeitura de São Bernardo e o Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC – Sehal – para formação de profissionais de bares, lanchonetes e restaurantes que resultaram no repasse de R$ 8,4 milhões do município para o sindicato.

Irregularidades

Segundo Admir, existem fortes indícios de que à entidade patronal recebeu o dinheiro, mas não ministrou os cursos de formação profissional. Admir suspeita que a formação de cozinheiros, garçons, salgadeiros, açougueiros, confeiteiros e chapeiros no Restaurante Escola que a Prefeitura de São Bernardo construiu no Cenforpe – Centro de Formação dos Profissionais da Educação - ocorreu com a utilização de verbas vinculadas ao Ensino Básico.

“Existem indícios fortes de graves irregularidades no desvio de verbas públicas do ensino”, aponta Admir.

Os repasses da Prefeitura ao Sehal ocorreram nos anos de  2010, 2011 e 2012. No entanto, o programa de formação profissional do Sehal somente teve inicio em julho deste ano, com inscrições de 977 alunos. Além disso, o Sehal também recebeu verbas publicas para equipar o restaurante do Cenforpe. Admir deseja esclarecer as contradições das declarações da Secretária de Educação do município, Creuza Repulho, em conflito com o que dizem os representantes do sindicato patronal.

Ministério Público

Admir pretende coletar as assinaturas necessárias para o requerimento. “A função dos vereadores é fiscalizar os atos do Poder Executivo e não há justificativas para que se deixe de apurar denúncia tão grave”, diz.

O vereador promete levar a denúncia ao Ministério Público se não conseguir as assinaturas necessárias para formar a CPI. 



Escrito por Admir Ferro às 18h42
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